Arquivo para Maio, 2008

Tool

Postado em Músicas, Tudo, Ê vidinha... em 04:07, 29/05/2008 por Felipe

Uma bela descrição da banda Tool. A autora consegue chegar bem próximo do que eu diria, se não tiver dito mais :) . Tool é “A BANDA” (e “A Perfect Circle” também hehe)… …As letras e a arte dizem tudo…

Abaixo “posto” também o clip através do qual Eu (e a autora da descrição) conheci a banda a alguns anos atrás… …créditos à Vanilla, do “Atacados do clima“.

Pra quem sabe ler, pingo é letra...

Como o blog se chama Guano4Ever, escolhi um tema sobre música. A minha ideia acerca do panorama musical mudou bastante quando descobri uma banda de metal progressivo: Tool. Oriundos de Los Angeles, formados em 1991, os Tool contam com três álbuns (Undertow, Aenima, Lateralus) e dois Eps (Opiate, Salival). Como os descobri? Através de um videoclip bizarro que costumava passar na MTV (pasmem-se!), Schism era o nome desse tema. Fiquei desde logo fascinado com a sua visão e sonoridade. A rendição deu-se quando ouvi na rádio (Rádio Comercial, pasmem-se de novo!) um segundo single, Lateralus, com cerca de nove minutos e meio. Assim que terminou de tocar, disse para mim mesmo, ainda incrédulo com a densidade do que tinha ouvido: tenho que comprar este cd! Quando pu-lo a tocar, logo na faixa inicial The Grudge fiquei imediatamente com a noção de que estava a ouvir algo verdadeiramente estrondoso. Ao longo das faixas reparava que tinha entrado numa viagem com contornos épicos. Estava perdido algures. Havia uma obscuridade, um brilhantismo que nunca tinha encontrado em qualquer outra banda, ou género de música que tivesse escutado. Na minha modesta opinião, descrever a música dos Tool torna-se num processo demasiado arriscado. Poderia somente dizer que se trata dum estilo intricado, denso e obscuro capaz de nos fazer deslocar numa viagem rocambolesca ao transcendente. Poderia dizê-lo e ficar por aqui. Mas direi mais, que não se encaixam em nenhum género conhecido. São conotados como metal progressivo mas mesmo dentro desse estilo não há comparações possíveis. É como uma arte abstracta, crua, aparentemente sem sentido, pois não é fácil digerir tal sonoridade incontornável. Acontece que os nossos sentidos são bombardeados a cada nova audição. Entramos em transe, num estado volátil e por conseguinte somos surpreendidos quando descobrimos que essa mesma arte abstracta tem muito mais do que se lhe diga. É sempre subjectivo quando apreciamos arte. É assim que contemplo as suas composições musicais, como manifestos de arte que ultrapassam a barreira dos seis minutos e em alguns casos a dos nove, dez minutos. É complicado apontar uma composição preferida. Talvez a versão ao vivo de Pushit, uns treze minutos e meio capazes de despontar diversas sensações. Estiveram apenas uma vez em solo português. Registou-se no evento Ozzfest, no Estádio do Restelo no dia 4 de Junho de 2002. A banda acabou por ser cabeça de cartaz, visto que o Senhor Ozzy Osborne não rejeitou o convite feito pela Rainha de Inglaterra aquando do seu jubileu. Assim os Tool alargaram o seu espectáculo para duas horas num dia em que não parou de chover. E eu infelizmente não estive presente… Noto uma enorme coesão entre os quatro elementos. Todos se equivalem na habilidade e originalidade: Ao som das melodias eléctricas compostas por Adam Jones, um guitarrista de um talento inesgotável não só em termos musicais como em visuais; Na bateria encontra-se Danny Carey, capaz de batidas alucinantes e estranhos ritmos maquinais. É como se a sua bateria tivesse uma voz; A linha do baixo a cargo de Justin Chancellor ganha uma vida e uma energia estonteantes como nunca tinha sentido em nenhum outro baixista; A voz que está entre um murmúrio e um grito, entre um anjo e um demónio. Assim é Maynard James Keenan. Escreve sempre de um modo intenso quer esteja a falar de amor, de raiva, ou obsessão. Seja qual for a temática vai ao cerne da questão demonstrando a mesma carga afectiva. Todavia não é só a profundidade das suas letras que realço. É a forma como as canta, melodias envoltas de atmosferas íntimas, elevando assim a sensibilidade, a sua e a do ouvinte. É como se as suas palavras se transformassem num autêntico instrumento. Consigo perscrutar um melhoramento a cada álbum. Considero que o seu terceiro, Lateralus, roça a perfeição. Apesar de terem ganho um grammy com o álbum Aenima creio que não irei ouvir melhor que Lateralus, nem dos Tool nem de qualquer outra banda. Simplesmente não consigo conceber um álbum melhor. A acrescentar a sua sonoridade incomparável apresentam vídeos, criados pelo próprio guitarrista Adam Jones, sempre povoados por criaturas estranhas e distantes, exactamente como eles se caracterizam perante a indústria musical. Senão vejamos, em termos de sonoridade não se inserem em nenhuma categoria existente, não seguem regras pré-estabelicidas pelas editoras, são responsáveis pela arte discográfica e pelos bizarros videoclips onde nunca aparecem e raramente são transmitidos (Parabol/Parabola é o meu preferido pelos seus pormenores e detalhes encantadores), são os próprios que criam as imagens visuais que apresentam em concerto, raramente dão entrevistas e as músicas não tocam nas rádios e mesmo assim conseguem vender milhões de álbuns em todo o mundo.

I know the pieces fit cuz I watched them fall away
Mildewed and smoldering. Fundamental differing.
Pure intention juxtaposed will set two lovers souls in motion
Disintegrating as it goes testing our communication
The light that fueled our fire then has burned a hole between us so
We cannot see to reach an end crippling our communication.

I know the pieces fit cuz I watched them tumble down
No fault, none to blame it doesn’t mean I don’t desire to
Point the finger, blame the other, watch the temple topple over.
To bring the pieces back together, rediscover communication

The poetry that comes from the squaring off between,
And the circling is worth it.
Finding beauty in the dissonance.

There was a time that the pieces fit, but I watched them fall away.
Mildewed and smoldering, strangled by our coveting
I’ve done the math enough to know the dangers of our second guessing
Doomed to crumble unless we grow, and strengthen our communication.

Cold silence has a tendency to atrophy any
Sense of compassion
Between supposed lovers/brothers

I know the pieces fit

Weak and powerless…

Postado em Músicas, Tudo, Ê vidinha... em 00:12, 21/05/2008 por Felipe

Tilling my own grave to keep me level
Jam another dragon down the hole
Digging to the rhythm and the echo of a solitary siren
one that pushes me along, and leaves me so

Desperate and ravenous
I’m so weak and powerless
Over you

Someone feed the monkey while I dig in search of China
White as Dracula as I approach the bottom

Desperate and ravenous
I’m so weak and powerless
Over you

Little angel go away, come again some other day
Devil has my ear today, I’ll never hear a word you say
He promised I would find a little solace and some peace of mind
Whatever, just as long as I don’t feel so

Desperate and ravenous
I’m so weak and powerless
Desperate and ravenous
I’m so weak and powerless
Over you
Over you

Menina tocando A Perfect Circle “direitinho”…

Postado em Músicas, Tudo em 15:06, 10/05/2008 por Felipe

A Stranger…

Postado em Músicas, Tudo, Ê vidinha... em 02:48, 10/05/2008 por Felipe

Uma ótima montagem do Post Secret sob uma ótima música do A Perfect Circle…

A Stranger

Cast the calming apple
Up and over satellites
To draw out the timid wild one
To convince you it’s alright
And I listen for the whisper
Of your sweet insanity while I formulate
Denials of your affect on me

You’re a stranger
So what do I care
You vanish today
Not the first time I hear
All the lies

What am I to do with all this silence
Shy away, shy away phantom
Run away terrified child
Won’t you move away you fucking tornado
I’m better off without you
Tearing my will down

We got the right…

Postado em Músicas, Tudo, Ê vidinha... em 01:13, 06/05/2008 por Felipe

Nostalgia total… …devia fazer uns dez anos que eu não escutava essa música… …Ganhei o CD “Live in U.K.” do meu irmão, de presente, acho que de aniversário ou natal… …não conhecia o Helloween na época e acho até hoje um dos melhores discos de metal ao vivo que já escutei, junto com o “Live in London” do Testament e a dobradinha “A real live\dead” one do Iron (tenho que fazer um post depois, “Melhores discos de Metal ao vivo” hehe)… …sem contar que o Andi Deris coitado, não chega nem perto do Michael Kiske :) (na minha opinião, claro)…

Don’t turn your head
Back to the wall
Don’t close your eyes
And wait for your fall

If you belive that you know in this time
You’ve got anything to win
If you belive that you know
Then I say “You’ll lose all again”

In this time there’s nothing to get for you
You cannot really do what you want
You’re a child, a prisoner in your mind
You are a victim of this hopeless time

You better believe all you do has a sense
It’s not for nothing
You better believe all the troubles you have
Will pay you someday

Why don’t you help yourself and do the best
put all the bombs back up their builders’ ass
Why don’t you stand up to say who you are
To show the people that paradise is not far

Oh, can’t you see we got the right
To look into the future without no need to hide
No we won’t accept what you do
We stand up ’cause we’re not the people
you can abuse
Oh, can’t you see we got the right
To say we are here to see the light
No, we don’t wanna lose all again
Stand up, you people, to save the world
As good as you can

We are credulous idiots
And won’t understand what they plan
We march with the times
It’s what they expect and we do
Why don’t you open your eyes
To undercover all of these lies
I think you won’t accept this
Go oppose with your fist
Fight for your rights

Oh, can’ t you see we got the right
To say we are here to see the light
No, we don’t wanna lose all again
Stand up, you people, to save the world
As good as you can