Arquivo para Março, 2008

As 50 “guitarras” mais feias de 2007

Posted in Tudo on 01:36, 26/03/2008 by Felipe

Perambulando pelo sedentário achei um link pra esse “Top Top” interessante, visitem, algumas nem são tão feias assim :)

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Schwarzalbenheim

Posted in Músicas, Tudo on 04:19, 24/03/2008 by Felipe

Therion. Música do disco Secret Of The Runes, muito bom esse disco…

Pra quem quiser acompanhar a letra :)

Höret ihr der Hämmer Hall?
Hör der Hämmer Hall!
Ivaldens Söhne sind es, hör
Sie schmieden den gleissend’ Schatz
Der Götter Göttlichkeit

Schwarzalbenheims Gewürm
Schmiedet solch schimmerndes Gold
Der Götter Glorie gestaltend
Aus der Erde Geäder

Tief unten drunter Stein und Wurz
Findest Du dieses selten’ Volk
Der Tiefe und lass den eifr’gen Schmied
Schweissen shlau deines Wunschses Bild

Unter unterdes Fjorgyn Haut
In der Erde verborg nem Herzen
Arbeiten Zwerge der Unterwelt
Mit der Götter gar glänzendem Gold

Draupnir, Mjölnir und Gullburste
Kunst des Schwarzalben
Brokk da Eitre und Sindre
Lass den Hammer schlagem nochmals

Schwarzalbenheims Gewürm
Schmiedet solch schimmerndes Gold
Der Götter Glorie gestaltend
Aus der Erde Geäder

In den Tunneln und den Höhlen
Gleich ‘nem Myzelium im Untergrund
Treiben sie voran die Alchemie
Die der Erde Früchte Schein verleihn

Erinnerungen erschaffend
Aus weiter Ferne zu Goldene
Träume des Morgen zu schaffen
Götter Runen aus der Erde Tiefe
Sonn’ erblühn!

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Posted in Tudo, Ê vidinha... on 16:58, 23/03/2008 by Felipe

Estrela do mar

Posted in Poesias, Tudo on 03:00, 22/03/2008 by Felipe

Sentei-me nas rochas…
Eu, o meu caderno, a areia, o mar, a falésia sobre mim e um vento de norte que me traz o cheiro a tudo o que eu não quero voltar a perder.
Perdido no branco do papel, esqueci-me que o resto do mundo, além daquele que me tocava nos pés, também existia e fiquei sozinho, à deriva num imenso mar que, agora, é só meu e ninguém mais conhece ou consegue alcançar.
As pegadas marcadas, por outros, na fina areia, são apenas marcas de um passado que não passa de uma vasta memória de um outro mundo que fica para lá deste azul.

Eu, a areia… e uma doce voz que me interrompe baixinho e pergunta:

- O que estás a escrever?

Olho em frente, olho à volta como se procurasse uma resposta ali na praia, fito com os olhos o infinito e encolho os ombros como se fosse a resposta mais completa que poderia dar e que falar, não é de todo o que me apetece mais no momento. Deixo cair os olhos de novo para este pedaço de papel, despreocupado…

- Se calhar não sabes falar, ainda… mas sabes escrever porque tens uma caneta na mão! O que estás a escrever?

Volto a levantar lentamente os olhos, para me assegurar que desta vez fica bem claro que não vou dar resposta alguma que satisfaça aquela curiosidade infantil e muito menos interromper o “nada” que estou a fazer para lhe dar conversa e fazendo um…

- Devias escrever sobre o mar… está muito azul…

Na esperança de despachar a conversa que não posso adiar e de poder continuar sozinho, embrulhado nas minhas divagações, sem voltar a levantar os olhos, mostro-lhe o caderno em branco e a caneta ainda com tampa.

- Não é assim! – Sorriu e tirou-me o caderno da mão sem dar tempo para reagir, tirou a tampa à caneta com os pequenos dentes brancos e desenhou uma linha direita de uma lado ao outro da página. – Agora já podes escrever sobre o mar sem tirares os olhos do papel…

Esticou na pequena mão o caderno e devolveu-me a caneta com a tampa meia trincada, sorriu e avançou em direção ao mar, deu dois passos para trás, voltou-se para mim de novo e perguntou:

- Dás-me um folha?

Sem ter de reflectir muito arranquei uma página ao caderno e estiquei a mão com a folha presa entre dois dedos.

Ela sentou-se na areia, de pernas cruzadas, e começou a desenhar com o dedo… – Não é assim… – disse eu e sorri!

- Estou a desenhar-te, para poder escrever sobre ti quando não vieres à praia…

Fiquei a pensar no por quê daquelas respostas tão certeiras e sem sentido, numa pessoa tão pequena e juro que por momentos deixei de ouvir o mar, de sentir o cheiro trazido pelo vento norte…
Quando levantei os olhos de novo, estava sozinho na praia…
Eu, a areia que me tocava os pés, a falésia sobre mim e no caderno, na primeira página, apenas uma linha direita de um lado ao outro, com uma pequena estrela no canto e por baixo, em letras trêmulas e meio sumidas … “assim podes escrever sobre mim também”.

Tirado do blog Madruga em Mim

Fazia tempo que não lia algo de lá, é sempre bom…

Que lástima…

Posted in Tudo, Ê vidinha... on 21:01, 21/03/2008 by Felipe

Recebi de um amigo, por e-mail, e não pude deixar de postar…

Bons tempos aqueles…