Danny Carey

Postado em Músicas, Tudo às Julho 22, 2008 por Felipe

Quando eu crescer eu quero ser assim :)

Tool - The Patient

Postado em Músicas, Tudo às Julho 21, 2008 por Felipe

Ainda vou ver um show deles… …e do “Perfect Circle” também…

A groan of tedium escapes me,
Startling the fearful.
Is this a test? It has to be,
Otherwise I can’t go on.
Draining patience, drain vitality.
This paranoid, paralyzed vampire act’s a little old.

But I’m still right here
Giving blood, keeping faith
And I’m still right here.

Wait it out,
Gonna wait it out,
Be patient (wait it out).

If there were no rewards to reap,
No loving embrace to see me through
This tedious path I’ve chosen here,
I certainly would’ve walked away by now.
Gonna wait it out.

If there were no desire to heal
The damaged and broken met along
This tedious path I’ve chosen here
I certainly would’ve walked away by now.

And I still may … (sigh) … I still may.

Be patient.
I must keep reminding myself of this.

And if there were no rewards to reap,
No loving embrace to see me through
This tedious path I’ve chosen here,
I certainly would’ve walked away by now.
And I still may.

Gonna wait it out.

Things…

Postado em Tudo às Julho 4, 2008 por Felipe

Procurando outras coisas acabei achando as imagens abaixo… …a primeira, uma “bela tattoo”, e a segunda, uma ótima ilustração do que possivelmente é ou faz referência à alguma divindade de alguma das crenças ou filosofias hindus, mas sinceramente não sei a origem exata. Se alguém que passar por esse “boteco” souber, um comentário será muito bem aceito…

…a tattoo também tem seus significados… …a “mandala” na parte superior das costas, segundo a própria dona da tattoo, é inspirada em uma ilustração do Alex Grey (de fato)… …a “fita” que envolve as três ilustrações é um mantra da “divindade” da ilustração central, etc…

Rush - Mission

Postado em Músicas, Tudo, Ê vidinha... às Junho 30, 2008 por Felipe

O bom e velho Rush. Como de costume, música e letra muito bem “sobrepostos”…

Hold your fire
Keep it burning bright
Hold the flame ’til the dream ignites
A spirit with a vision is a dream with a mission

I hear their passionate music
Read the words that touch my heart
I gaze at their feverish pictures
The secrets that set them apart

When I feel the powerful visions
Their fire has made alive
I wish I had that instinct
I wish I had that drive

Spirits fly on dangerous missions
Imaginations on fire
focussed high on soaring ambitions
consumed in a single desire

In the grip of a nameless possesion-
A slave to the drive of obsession
A spirit with a vision
Is a dream with a mission

I watch their images flicker
Bringing life to a lifeless screen
I walk through their beautiful buildings
And I wish I had their dreams

But dreams dont need to have motion
To keep their spark alive
Obsession has to have action
Pride turns on the drive

Its cold comfort
To the ones without it
To know How they struggled
How they suffered about it

If their lives were exotic and strange
They would likely have gladly exchanged them
For something a little more plain
Maybe something a little more sane

We each pay a fabulous price
For our visions of paradise
But a spirit with a vision
Is a dream with a mission

Black Sabbath - Solitude (Cathedral Cover)

Postado em Músicas, Tudo, Ê vidinha... às Junho 22, 2008 por Felipe

Tool - Parabol + Parabola

Postado em Músicas, Tudo às Junho 19, 2008 por Felipe

Parabol

So familiar and overwhelmingly warm
This one, this form I hold now.
Embracing you, this reality here,
This one, this form I hold now, so
Wide eyed and hopeful.
Wide eyed and hopefully wild.

We barely remember what came before this precious moment,
Choosing to be here right now. Hold on, stay inside…
This body holding me, reminding me that I am not alone in
This body makes me feel eternal. All this pain is an illusion.

Parabola

We barely remember who or what came before this precious moment,
We are choosing to be here right now. Hold on, stay inside
This holy reality, this holy experience.
Choosing to be here in

This body. This body holding me. Be my reminder here that I am not alone in
This body, this body holding me, feeling eternal
All this pain is an illusion.

Alive, I

In this holy reality, in this holy experience. Choosing to be here in

This body. This body holding me. Be my reminder here that I am not alone in
This body, this body holding me, feeling eternal
All this pain is an illusion.

Twirling round with this familiar parable.
Spinning, weaving round each new experience.
Recognize this as a holy gift and celebrate this chance to be alive and breathing.

This body holding me reminds me of my own mortality.
Embrace this moment. Remember. We are eternal.
All this pain is an illusion.

Postado em Tudo, Ê vidinha... às Junho 9, 2008 por Felipe

Megadeth em Goiânia!!!

Postado em Músicas, Tudo, Ê vidinha... às Junho 6, 2008 por Felipe

PUTAQUEOPARIU!!! Eu estava lá, a uns 5 metros do palco, muito surreal!!!

Como já disseram por aí, “o show que não deixou pescoço nenhum ileso” :)

Ouvir e cantar a música título deste humilde blog e “A tout le monde” ao vivo… …simplesmente indescritível!!!

To quase dando um jeito de ir em outro show ainda dessa pernada aqui pelo Brasil…

Sem comentários!!!

Tool

Postado em Músicas, Tudo, Ê vidinha... às Maio 29, 2008 por Felipe

Uma bela descrição da banda Tool. A autora consegue chegar bem próximo do que eu diria, se não tiver dito mais :) . Tool é “A BANDA” (e “A Perfect Circle” também hehe)… …As letras e a arte dizem tudo…

Abaixo “posto” também o clip através do qual Eu (e a autora da descrição) conheci a banda a alguns anos atrás… …créditos à Vanilla, do “Atacados do clima“.

Pra quem sabe ler, pingo é letra...

Como o blog se chama Guano4Ever, escolhi um tema sobre música. A minha ideia acerca do panorama musical mudou bastante quando descobri uma banda de metal progressivo: Tool. Oriundos de Los Angeles, formados em 1991, os Tool contam com três álbuns (Undertow, Aenima, Lateralus) e dois Eps (Opiate, Salival). Como os descobri? Através de um videoclip bizarro que costumava passar na MTV (pasmem-se!), Schism era o nome desse tema. Fiquei desde logo fascinado com a sua visão e sonoridade. A rendição deu-se quando ouvi na rádio (Rádio Comercial, pasmem-se de novo!) um segundo single, Lateralus, com cerca de nove minutos e meio. Assim que terminou de tocar, disse para mim mesmo, ainda incrédulo com a densidade do que tinha ouvido: tenho que comprar este cd! Quando pu-lo a tocar, logo na faixa inicial The Grudge fiquei imediatamente com a noção de que estava a ouvir algo verdadeiramente estrondoso. Ao longo das faixas reparava que tinha entrado numa viagem com contornos épicos. Estava perdido algures. Havia uma obscuridade, um brilhantismo que nunca tinha encontrado em qualquer outra banda, ou género de música que tivesse escutado. Na minha modesta opinião, descrever a música dos Tool torna-se num processo demasiado arriscado. Poderia somente dizer que se trata dum estilo intricado, denso e obscuro capaz de nos fazer deslocar numa viagem rocambolesca ao transcendente. Poderia dizê-lo e ficar por aqui. Mas direi mais, que não se encaixam em nenhum género conhecido. São conotados como metal progressivo mas mesmo dentro desse estilo não há comparações possíveis. É como uma arte abstracta, crua, aparentemente sem sentido, pois não é fácil digerir tal sonoridade incontornável. Acontece que os nossos sentidos são bombardeados a cada nova audição. Entramos em transe, num estado volátil e por conseguinte somos surpreendidos quando descobrimos que essa mesma arte abstracta tem muito mais do que se lhe diga. É sempre subjectivo quando apreciamos arte. É assim que contemplo as suas composições musicais, como manifestos de arte que ultrapassam a barreira dos seis minutos e em alguns casos a dos nove, dez minutos. É complicado apontar uma composição preferida. Talvez a versão ao vivo de Pushit, uns treze minutos e meio capazes de despontar diversas sensações. Estiveram apenas uma vez em solo português. Registou-se no evento Ozzfest, no Estádio do Restelo no dia 4 de Junho de 2002. A banda acabou por ser cabeça de cartaz, visto que o Senhor Ozzy Osborne não rejeitou o convite feito pela Rainha de Inglaterra aquando do seu jubileu. Assim os Tool alargaram o seu espectáculo para duas horas num dia em que não parou de chover. E eu infelizmente não estive presente… Noto uma enorme coesão entre os quatro elementos. Todos se equivalem na habilidade e originalidade: Ao som das melodias eléctricas compostas por Adam Jones, um guitarrista de um talento inesgotável não só em termos musicais como em visuais; Na bateria encontra-se Danny Carey, capaz de batidas alucinantes e estranhos ritmos maquinais. É como se a sua bateria tivesse uma voz; A linha do baixo a cargo de Justin Chancellor ganha uma vida e uma energia estonteantes como nunca tinha sentido em nenhum outro baixista; A voz que está entre um murmúrio e um grito, entre um anjo e um demónio. Assim é Maynard James Keenan. Escreve sempre de um modo intenso quer esteja a falar de amor, de raiva, ou obsessão. Seja qual for a temática vai ao cerne da questão demonstrando a mesma carga afectiva. Todavia não é só a profundidade das suas letras que realço. É a forma como as canta, melodias envoltas de atmosferas íntimas, elevando assim a sensibilidade, a sua e a do ouvinte. É como se as suas palavras se transformassem num autêntico instrumento. Consigo perscrutar um melhoramento a cada álbum. Considero que o seu terceiro, Lateralus, roça a perfeição. Apesar de terem ganho um grammy com o álbum Aenima creio que não irei ouvir melhor que Lateralus, nem dos Tool nem de qualquer outra banda. Simplesmente não consigo conceber um álbum melhor. A acrescentar a sua sonoridade incomparável apresentam vídeos, criados pelo próprio guitarrista Adam Jones, sempre povoados por criaturas estranhas e distantes, exactamente como eles se caracterizam perante a indústria musical. Senão vejamos, em termos de sonoridade não se inserem em nenhuma categoria existente, não seguem regras pré-estabelicidas pelas editoras, são responsáveis pela arte discográfica e pelos bizarros videoclips onde nunca aparecem e raramente são transmitidos (Parabol/Parabola é o meu preferido pelos seus pormenores e detalhes encantadores), são os próprios que criam as imagens visuais que apresentam em concerto, raramente dão entrevistas e as músicas não tocam nas rádios e mesmo assim conseguem vender milhões de álbuns em todo o mundo.

I know the pieces fit cuz I watched them fall away
Mildewed and smoldering. Fundamental differing.
Pure intention juxtaposed will set two lovers souls in motion
Disintegrating as it goes testing our communication
The light that fueled our fire then has burned a hole between us so
We cannot see to reach an end crippling our communication.

I know the pieces fit cuz I watched them tumble down
No fault, none to blame it doesn’t mean I don’t desire to
Point the finger, blame the other, watch the temple topple over.
To bring the pieces back together, rediscover communication

The poetry that comes from the squaring off between,
And the circling is worth it.
Finding beauty in the dissonance.

There was a time that the pieces fit, but I watched them fall away.
Mildewed and smoldering, strangled by our coveting
I’ve done the math enough to know the dangers of our second guessing
Doomed to crumble unless we grow, and strengthen our communication.

Cold silence has a tendency to atrophy any
Sense of compassion
Between supposed lovers/brothers

I know the pieces fit

Weak and powerless…

Postado em Músicas, Tudo, Ê vidinha... às Maio 21, 2008 por Felipe

Tilling my own grave to keep me level
Jam another dragon down the hole
Digging to the rhythm and the echo of a solitary siren
one that pushes me along, and leaves me so

Desperate and ravenous
I’m so weak and powerless
Over you

Someone feed the monkey while I dig in search of China
White as Dracula as I approach the bottom

Desperate and ravenous
I’m so weak and powerless
Over you

Little angel go away, come again some other day
Devil has my ear today, I’ll never hear a word you say
He promised I would find a little solace and some peace of mind
Whatever, just as long as I don’t feel so

Desperate and ravenous
I’m so weak and powerless
Desperate and ravenous
I’m so weak and powerless
Over you
Over you